Splash!
September 24, 2008Como o servidor do E! não está funcionando direito decidi copiar um post simpático que me fez ganhar dois livros numa promoção. A promoção era do Grande Abóbora e ganhei o novo livro de tirinhas dos Malvados e um outro livro muito bom, que tem um dos primeiros textos que tivemos que estudar na faculdade, chamado Ficções. Recomendo.
Vamos ao post simpático. Nele eu deveria narrar o maior mico que já paguei, e acreditem, mico maior que esse é impossível. Bem, vamos ao post.
Splash!Publicado originalmente em 19/05/08:
É um daqueles que você deseja apagar do seu cérebro, formatar sua memória e esquecer a cena. Mas foi tão engraçado que até eu, que sou a vítima da história, choro de rir ao lembrar. Vamos ao relato:
Certa vez fomos a um sítio numa espécie de excursão. Na época eu tinha uns 14 anos e era tipo um dia no sítio, com um guia, almoço e afins, um lugar bacana para se passar o dia com os parentes. Pois bem, esse sítio tinha um guia e esse guia era um cara de língua presa. E sempre fui uma pessoa muito compreensiva com as dificuldades alheias e comecei a reparar como o cara falava. Então, enquanto ele mostrava para nós os animais do lugar, onde tinham vacas anãs, ele soltou a seguinte frase: "Gente, essa vaca é anã, mas ela também dá leitssssi…"
Acho que o tal guia de língua presa me odiou tanto naquela hora que me rogou a maior das pragas que ele havia pensado no momento. Bastou eu reclamar do lago que havia no lugar (que era deveras sujo) pra ele me dizer, com voz rancorosa: "Vocssssê vai cair aí ainda".
Então partimos para o outro lado do local, onde havia um lago maior (e mais sujo, proporcionalmente ao anterior), um teleférico que percorria a extensão do lago e uns pedalinhos para a galera passear e apreciar a "beleza" local. Eu, tentando ser esperta, decidi que seria melhor ir no pedalinho primeiro e deixar os trouxas ali se matando na fila para passear de teleférico. Foi aí que a desgraça começou.
Aí pisei com o outro pé, que estava na margem, dentro da água, na tentativa desesperada de não cair. Imaginem agora a cena de alguém quase abrindo um espacate na beirada do lago com um pé dentro de um pedalinho. Ridículo. Enfim… como tentativa final e já entrando em colapso, pensei que poderia me jogar dentro do pedalinho. Aí eu caíria dentro dele e ficaria apenas com um pé molhado. UAU! Genial. Tentei fazer isso. Pulei e… o pedalinho foi pra frente e eu caí maravilhosamente dentro da água. Se fosse um filme eu entraria para as mais belas cenas do cinema nacional.
Para não dizer que foi de tudo ruim, pelo menos consegui roupas emprestadas e ainda lavaram as minhas.

